Vejo nas estrelas,
As curvas escuras da eternidade.
E num vão de escada,
Subido e obstinado de ser escalado
A presença sólida e baça
De ser enganado.
As flores azuis,
Que são a morte.
Beijam a terra amorfa
De raizes e paixões cruas
Saciadas e embriagadas
Nas ruas das tuas luas.
E não;
Não existe o sol.
Neste poema de sombras
Em cores descrentes
De palavras nuas
Em pupilas carentes.
No teu doce respirar.













Comments
Gosto de como escreves a melancolia.
Muitos parabéns.
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-beauty remains in the impossibilities of the body- ~colapso
Acho bacana também você não se prender a conceitos preconcebidos e coloque para fora o que esta dentro de você, formando o seu próprio caminho.
Nem tanto ao mar, nem tanto a terra, como diria minha avó.
gostei de te ler
--
member of
~nine-inch-nails
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